MARÇAL - campeão pelo Boavista, a sua carreira foi sempre a descer, mas lá está de novo na ribalta. Todos se lembrarão do cabelinho amarelo, perinha amarela...um visual sui generis no Setúbal. Passou ainda por Felgueiras, Ovarense e até pelo Lixa!
MARÇAL - campeão pelo Boavista, a sua carreira foi sempre a descer, mas lá está de novo na ribalta. Todos se lembrarão do cabelinho amarelo, perinha amarela...um visual sui generis no Setúbal. Passou ainda por Felgueiras, Ovarense e até pelo Lixa!





- José Soares: Mais uma promessa. Neste época de 97 faz também 30 jogos. Em grande Ze´!!Mas onde começou Zè Soares a carreira? Começa na sua terra natal, Elvas pois então! E depois muda-se para... ora lá está ! adivinharam , é a escola da Luz, sempre muito profícua. BBBBBBBBenfica!! E depois lá começam os Famalicões, os Alvercas, o Campomaiorense (o célebre duelo com Jardel.. inesquecível) , o Aves,.. e depois a óbvia internacionalização.. começando pelo Istres de Frauunça, mas que nao deu para sentir-se um verdadeiro emigra. Pelo que logo a seguir, toca a ir para a Alemanha jogar no Schweinfurt!! Bem, nao estava a ser muito positivo.. e porque não ir até à terra do pittrólio? Arábias é sempre espectacular. vai daí, All-Itthiad e Al-Shamal foram os novos estádios que viram Zè Soares em todo o seu esplendor. Jardel é que ja sentia falta dele em terras de Campomaior, por isso pedi-lhe "Ei, Zé, cára, veim para Portugaul novamentchi! Elvas precisa di tchi!!. Quem sabe a Manuela Moura Guedes nao o chama para ume entrevista !!" E José Soares, grande amigo de Jardel, acabou por regressar ao seu clube natal. Mas a TVI não quis nada com ele. Eis que a meio do ano, surge um convite para conhecer a bela India! E o Caminho das Indias leva-o ao Salgaocar... nao , nao é um stand. é mesmo um clube. Bem... era qualquer coisa que queremos pensar que era um clube..!
Toda a aventura tem um fim e Zé regressa novamente. Por isso, Elvas volta a vê-lo jogar!! Excelente, amor á terra... ups.. eis que surge o convite do Badajoz! E voilá, emigrante de luxo em Esspanha, mais um!!!
Pelas últimas notícias que conseguimos apurar, consta-se que este ano Zé Soares passa o dia a cantar "Ó Elvas ó Elvas, Badazóoooooooz á vista... sou contrabandista de cortes e carrinhos ao Jardel, transporto no peito o embelema dos carameloss.. o embelema dos caramelooooooooos, o embelema dos carameeeeeeeeeloooooss! "
Este jogador não escondia esse facto. Ele levou essa expressão a peito. Ele era mesmo, clara e objectivamente, um Sobrinho. Assumiu-o de forma cabal. E por causa disso era olhado de soslaio. Andava sempre “ó tio, ó tio!”, qual Donald atrás de Patinhas. Apesar de jamais ter alcançado o patamar de enteado, conseguiu ser internacional sem nunca ter tido padrinhos.
Já este jogador é alguém muito próximo de nós, visto que todos nós somos primos segundo uma teoria de inspiração bíblica. É verdade, nós não somos Albertinos nem Margaridos, somos primos. E por isso Primo é-nos muito familiar. Toda a gente gostava de brincar ao quarto-escuro com as suas irmãs, que eram as primas. Incluindo o treinador e todos os não-convocados. O Primo é primo de corpo e alma. O Primo é primus inter pares.
Ainda mais abrangente era Parente. Mesmo que fosse afastado, Parente estava por lá. Era Sobrinho e Primo e mais qualquer coisa. Parente reclamava sempre um quinhão de qualquer herança. Estava sempre presente nas convocatórias, pois ninguém se atrevia a deixar um parente de fora. E fartou-se de ser convidado para casamentos e baptizados onde não conhecia ninguém.
Não, não era este, mas este tinha um bigode. Além do mais, este era português e jogava no União da Madeira.
Da Ponta Grossa chegaste, e de fininho saíste. De permeio, quebraste corações. Furaste redes. Deixaste marcas inusitadas gravadas a paixão e uma insaciável sede pela arte do golo.
De cabeça présque rapada, gola levantada e um casual desprezo pela profissão que te põe o bagaço na mesa, tu puxas a culatra atrás e disparas.
Ensina-nos, Cantona de Paranhos. Sorri, no típico esgar jocoso dos predestinados. Levanta as golas e fura as redes. Dobra os postes. Verga os defensores. Porque entre nós público, e tu artista, não há cumplicidade. Há desprezo e admiração, há voyeurismo e genialidade. Há sedução.
Por Javier Balboa
Rocky V – Tentei ir jantar fora mas disseram-me que os cães não podiam entrar. Eu disse-lhes que não era um cão, era apenas um extremo espanhol de cabelo esquisito e eles responderam que vai dar ao mesmo. Cheguei a casa e o senhorio tinha-me despejado, alegando que eu nem sequer possuía personalidade jurídica. Procurei arranjar casa numa habitação social mas os ciganos disseram-me que eu era má vizinhança e tive que me arranjar no barracão dos No Name até rebentar uma bomba que o destruiu completamente. Agora o meu grande amigo é o Jorge Ribeiro. Nem sequer é o Maniche, é o irmão mais novo dele, o tipo que levava na tromba do Maniche. Não posso ir mais abaixo. O Costa mudou o número do telemóvel e disse-nos que não podemos ir ver os jogos porque temos mau karma e também porque cheiramos mal por não termos dinheiro para pagar a água e tomar duche. Não nos deixaram entrar nos balneários, acusando-nos de termos pé de atleta e que isso era um fungo muito contagioso quase do tamanho do Saviola. Como também não nos deram bolas nem pudemos utilizar os campos de treino, eu e o Jorge Ribeiro entretivemo-nos a jogar à sardinha numa bancada inacabada do Seixal das 8:30 às 18:00. Um dia jogámos à macaca e ganhei com tanto à-vontade que o Jorge ficou muito triste. Dei-lhe o pão com fiambre que iria ser a minha ceia de Natal só para o ver mais arrebitado.
Rocky VI – O futuro pertence a Deus, que é como quem diz ao Costa. Ou seja, esperam-me longos meses nas filas do Centro de Emprego e Formação Profissional. Equacionava entrar no programa das Novas Oportunidades, mas o Costa tem medo que eu vá para o Porto. O Evangelista do Sindicato diz que eu sou um burguês com uma cláusula de rescisão de 20 milhões e que tem saudades de falar à televisão com o Jardel ao lado e uma piscina ao fundo. O Jorge anda esquisito, noutro dia vi-o a falhar penalties imaginários na Sopa dos Pobres e a rir-se para si mesmo. O Costa faz de conta que não me conhece, mas eu sei que o seu coração, lá no fundo, ainda bate por mim. Afinal, 4 milhões não se podem esquecer assim de um momento para o outro. O Exterminador não nos pode ver à frente, nem a mim nem ao Jorge, e quando nos vê ao fundo começa logo a dizer “voceses os dois, quero que desamparem a loja e não aparecem cá nem nos intervais dos jogues, ‘tá bem?” e eu não percebo nada mas sei bem reconhecer a fúria de um Exterminador quando olho para aqueles olhos vermelhos. Sem dúvida, o Benfica está a ser o maior filme da minha vida.



Essa maçã chamava-se Fumo, e os seus sonhos foram-se lentamente esfumando (heh...) à medida que os sintomas da terrível Gisvite se tornavam mais evidentes: visão periférica de jogo afectada pela Doença de Cid, José; recepção de bola a fazer lembrar a ganadaria Higino Soveral; e discernimento em campo semelhante ao jornalista que teve a ideia de fazer a reportagem com o pastorzinho cujo sonho era conhecer a então Mega-Estrela Mantorras.
- "Agora é que nunca mais te chegas perto dos nossos incautos rebentos, sacripanta.", regojizava-se em Alcochete.
Sentindo a careca (que efectivamente não tem - senão seria o Semedo) a descoberto, o avançado ao serviço do Olhanense pôs em marcha um processo que acabaria com a sua transferência para o Chipre, onde estaria a salvo tanto da mafia verde, como do punho opressor da UE, visto que ele era da opinião que o referido País não faria parte da União Europeia - sejamos francos, desde que isto se avacalhou até aos 27 membros, que já ninguém tem a certeza de nada.
De toda a forma, Fumo veio recentemente repudiar comunicados trazidos à baila já durante os anos de 2008 e 2009, a saber:
consecutivos em cada aparição pública, o suficiente para dar uma excelente imagem da enorme fiabilidade dos nossos produtos perante vários milhões de adeptos, tanto os animais como os vegetais”. No longo-prazo, espera-se que “[Mantorras] seja mais reconhecido como produto metálico de características humanóides” do que como “um avançado engraçado”, algo que deverá garantir à Siderurgia “para além duma publicidade monstruosa e barata, o direito a um subsídio comunitário pelo investimento tecnológico, no âmbito dos Quadros da Apoio da UE actualmente em vigor”. À hora do fecho da edição, Mantorras encontrava-se em fisioterapia num alto-forno, sendo impossível recolher reacções.
Carlos Azenha descobre o seu primo nas últimas captações – a aturada prospecção de jogadores levada a cabo por Carlos Azenha, que envolve pás de alta precisão desenvolvidas por um consórcio luso-nipónico que emprega 150 unidades de mão-de-obra especializada em Gavião e que conta com o apoio explícito do Ministério da Economia, parece finalmente começar a dar frutos.
UBS revê estado de Guarín de “quase ameaçado” para “vulnerável” e fixa preço-alvo do próximo jornalista atropelado em cinco pontos por escoriação – “O colombiano Guarín está demasiado exposto ao risco”, escreve a UBS no seu último report trimestral. Numa tentativa de salvação, Guarín, cujas dificuldades sentidas na penetração do mercado europeu já tinham sido evidenciadas pelo decréscimo significativo do EBIT no Relatório do 1º Semestre de 2009, interpôs um processo junto das instâncias europeias, acusando de abuso de posição dominante os jogadores incumbentes. Porém, o Tribunal de Justiça Europeu decidiu
desfavoravelmente e agora Guarín fica sujeito a retaliações e com um elevado serviço de dívida para suportar. Para além deste fracasso argumentativo, uma performance algo desapontante no seu core-business levou a UBS a baixar o rating de Guarín. Para a instituição suíça, existem três trajectórias em aberto para Guarín a partir deste ponto: procurar com urgência um quarto em Olhão, ser vendido por €15M ou levar um enxerto de porrada. Para Guarín a solução pode passar por estabelecer uma parceria local. O que, para a UBS, deverá obrigar a “uma protecção reforçada nos genitais, no mínimo”.
mas também não excluímos uma investida na SIC e mesmo um repórter distraído com aspecto de Peninha pode ser trucidado acidentalmente por um Caterpillar de 30 toneladas na sua casa-de-banho”. Viram-se assim confirmadas as perspectivas optimistas de Julho, que corrigiam o efeito da sazonalidade e apontavam para um target de quatro pontos e um joelho inchado. Neste momento, a dCC segue no azul, contrariando a tendência geral vermelha do índice bolsista, cotando-se nos quatro pontos, um sobrolho roxo e uma unha negra. A dCC mostra-se confiante perante os stakeholders e empenhada em “dar muitos pontos de valor acrescentado” no exercício presente, sob o mote "who's next?"
Pedro Barbosa inaugura confeitaria de éclairs – “É com orgulho que lanço a primeira pedra deste investimento que irá criar cerca de 5 postos de trabalho directos e um número indeterminado de postos de trabalho indirectos, entre dentistas, esteticistas e clínicas de peso, entre outros”. Foi assim que Barbosa se dirigiu aos convidados naquele que foi o lançamento simbólico da sua primeira confeitaria de éclairs em Freamunde. Depois do sucesso tremendo que foi a sua primeira experiência empresarial – a fábrica de croissants P.B., em Alcochete – este passo surge “naturalmente”, segundo Barbosa: “Sentia-me um pouco enjoado de tantos croissants, mesmo após ter experimentado várias massas folhadas e recheios diversos. Rodeei-me de vários e ilustres gulosos e concluí que teria de avançar para outras áreas de negócio na doçaria, sob pena de me sentir asfixiado. O alargamento para novos mercados foi inevitável". A conjuntura acabou por ser favorável: "Os termos do project-finance foram vantajosos e reuni-me com alguns experts da matéria. Ninguém no meu trabalho me pressionou para não avançar com este projecto. Muitos nem sabiam por onde eu andava. Para dizer a verdade, foi uma surpresa para todos eu estar aqui neste momento com um éclair na boca. Não está ao alcance de qualquer Director Desportivo”. A opinião de Quinito figurou entre as vozes ouvidas por Barbosa? “Certamente”, confidenciou. “Quinito é uma autoridade na matéria, um valor seguro na prova de doces. Fiquei extremamente satisfeito por ter respondido afirmativamente à nossa proposta de indigitação para Presidente do Conselho de Supervisão”.
ranca ou achocolatada, “sem corantes, mas com algum aspartamo de última geração, aproveitando a boleia dos recentes desenvolvimentos tecnológicos”, não estando posta de parte a confecção de rins ou até mil-folhas. Porém, e para já, Barbosa está apenas interessado em consolidar o know-how pasteleiro e não admite precipitações: “Um passo de cada vez, um éclair por cada sobremesa”. Os éclairs irão abastecer sobretudo a zona centro-norte, mas um acordo de distribuição assinado com alguns dos seus antigos ou actuais companheiros de clube poderá, com sorte, levar os éclairs Barbosa até à América Latina. Mas, por enquanto, se forem abaixo de Ermidas-Sado já é bem bom.
Claro, a comparação do "outro" Jesus a um (também eloquente) ciborgue alienígena salta à vista, mas há mais docinhos para degustar.
Será que Alberto Gilardino e Mike Patton são a mesma pessoa?
É mesmo verdade: Caneira foi lançado às feras do mundo da política e o seu padrinho é nada mais nada menos que Fernando Seara, esse putativo candidato a candidato a Presidente do Benfica, mais conhecido como comentador que não diz os L’s e que, de vez em quando, também passa por autarca.
Para além do slogan orelhudo, Caneira também iniciou uma campanha para limpar a sua imagem pública, depois de ter entrado na votação para “jogador mais feio do Mundial 2006”, a sua primeira grande experiência eleitoral. Como tal, Caneira foi visto com a socialite Paris Hilton a sair de um clube nocturno de Beverly Hills, com o intuito de passar uma imagem benquista junto do público feminino e com a secreta esperança que Hilton possa vir a recensear-se em Almargem do Bispo rapidamente e assim depositar mais um voto nele. Hilton, por seu turno, declarou-se “farta do Cristiano Ronaldo e pronta para desenjoar com um tipo com cara de low-life”. “Este ao menos não me finta”, disse, entre sorrisos que podiam ser derivados da embriaguez dela, nunca se sabe. Mais tarde, mostrou-se desiludida quando soube que, afinal, aquele não era o Karagounis mas sim o Caneira. “O dos leitões?”, perguntou. Quando dissemos que sim, ela respondeu “oh, dear…” e despejou o seu Möet & Chandon para cima do seu caniche, francamente desencantada por Caneira, apesar de jogar em muitas posições, não ter demonstrado qualidades técnicas por aí além.
Os seus apoiantes dirão que Caneira pode não ser muito veloz nas transições defensivas, mas que tem um conceito muito amplo de cidadania.
Lembram-se dele?

